"Se V. possui uma renda tenerife antiga, achou um bastidor ou uma toalhinha no baú, compartilhe essa preciosidade com outros interessados e rendeiras. Entre em contato conosco para obter com o mediador as instruções para ser co-autor do MUSEU VIRTUAL e fazer um post com sua peça. Ou mande a foto que faremos a postagem em seu nome"

"Si tiene un antiguo encaje de tenerife, has encontrado un cojin o un mantelito en el baúl, comparta esta joya con encajeras y otros interesados. Póngase en contacto con nosotros para obtener las instrucciones con el mediador y hacer un "post" con su pieza como coautor del MUSEO VIRTUAL. O envia una foto que se publicará en su nombre."

"If you have an old tenerife lace, found a rack or a small doillie in the family chest, share this preciousness with other parties concerned and lace-making. Please contact us to obtain with the mediator the instructions to be co-author of the VIRTUAL MUSEUM and make a post with your play. Or send us a photo and we will make posting on your behalf."

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

OS SOLES DE DA.ELBA, RENDEIRA DE MARACAIBO






                         Os SOLES DE MARACAIBO datam do século 18, quando uma família de Perijá aprendeu a arte de tecer estes soles com uma senhora de origem canária, de Tenerife, que lhes ensinou o trabalho. Esta família - diz a rendeira e professora Elba Morales - se interessava por esta bela e difícil técnica e Da. Cepeda e suas 10 filhas tomaram a tecelagem como forma de vida e dedicaram-se a fazer e a divulgar os Soles para as famílias estrangeiras que viviam em Maracaibo ou estavam em visita.


                           Pode-se dizer que a rendeira e professora Elba Montero de Rondon é responsável por manter viva hoje a tradição em Maracaibo, segunda maior cidade da Venezuela. “Fue mi maestra Marlene Cepeda, una de las ocho hermanas Cepeda Conde, quienes llegarón con este arte a Maracaibo desde la Villa del Rosario, en donde existió el primer taller artesanal de soles”, conta Da.Elba que desde 1986 compartilha seu saber fazer a través de gestões patrocinadas pela Prefeitura de Maracaibo.

                            Atualmente já contando com outras professoras formadas por ela, Da. Elba prossegue empenhada em multiplicar rendeiras. Numa sala do Museu de Artes Gráficas, no prédio da Prefeitura, transmite o ensinamento a pessoas interessadas que aprendem graciosamente a tecelagem que, de origem canária, hoje incorporou a cultura zuliana, cultura tradicional da região e do Estado da Zulia, em que está situada a cidade de Maracaíbo.






Contato
Elba M de Rondon
0416 1635126  -  0416 2640607 -mobiles
Urb.Urdaneta (Sabaneta) Calle 2 nº 44
792 6870  - 792 3050
contato através de Ernesto (filho): ernesto_rondon@hotmail.com

                                                  ernestorondo@gmail.com

sábado, 8 de novembro de 2014

Do Baú da Elaine.



A doce Elaine, aluna do SESC/Belenzinho neste segundo semestre, tem em seu baú peças de renda tenerife feitas por sua Tia JULIETA CIQUIELO. 
JULIETA  era natural de Ibitinga/SP, onde nasceu em 1917, tendo falecido em 2006 com 89 anos. Elaine não conheceu a tia fazendo tenerife, que era versada em muitas artes da agulha, mas "herdou" uma caixinha com muitas peças certamente de um projeto inacabado.
Além de compartilhar seu tesouro com este MUSEU VIRTUAL, agradecemos as peças que ganhamos para nosso acervo de aula.





domingo, 31 de agosto de 2014

VISITANDO O ACERVO DO MUSEU DA QUINTA DA BOA VISTA (RJ)


                               


                                  O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro foi a primeira instituição científica do país e é o maior museu de história natural e antropológica da América Latina.
                                  Criado por Dom João VI em 1818 e originalmente denominado de Museu Real, foi incorporado à universidade em 1946. Está localizado no interior do Parque da Quinta da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro, no palácio que foi residência da família real portuguesa de 1808 a 1821, pertenceu à família imperial brasileira de 1822 a 1889, abrigou a primeira Assembléia Constituinte Republicana de 1889 a 1891 e é sede do Museu Nacional desde 1892. 


quarta-feira, 6 de agosto de 2014

RENDA TENERIFE EM BRUGES!

Foto do criado-mudo do quarto que ocupei em Bruges na última semana de julho onde fui para  um curso no KANTCENTRUM : tinha uma pequena toalha de renda embaixo do vidro que era com drawnwork e módulos de RENDA TENERIFE!




sábado, 19 de julho de 2014

DO BAÚ DE EVA NELLY ORTIZ VERDUN

Eva Nelly, amiga do facebook, comprou essas delicadas peças no dia 31 de maio último, na Golden West Swap Meet, em Huntington Beach, California.



Para visitar o face da Eva Nelly clique AQUI e o do Swap Meet clique AQUI.

sábado, 12 de julho de 2014

NHANDUTI E TENERIFE 2: CÉU CHEIO DE ESTRELAS

A peça abaixo em renda tenerife, assim como a renda nhanduti, mostra a mais bela caraterística dessas rendas de trama radial : parece um céu cheio de estrelas!
A foto é de uma peça de nosso acervo e de nossa confecção, do Nhanduti de Atibaia, atualmente exposta na mostra "A Potencia do Objeto" no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro/RJ.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

NHANDUTI E TENERIFE 1 : CÉU CHEIO DE ESTRELAS




Peguei emprestado de MORENA TORO (clique e visite: vale a pena) para este site que tem por objeto a Renda Tenerife mesmo sabendo ser um verdadeira e bela peça de renda nhanduti do acervo do Museo del Barro de Assunção do Paraguai. 

Ambas, renda nhanduti e renda tenerife, são rendas de agulha e de trama radial, mas são duas rendas diferentes entre si, principalmente no modo de tecer, ainda que a tenerife no Brasil também seja chamada de nhanduti.  A peça de nhanduti acima mostra bem a mais bela característica das rendas de trama radial : parece um céu cheio de estrelas!

sábado, 7 de junho de 2014

Nova e delicada peça em nosso acervo

Essa delicada nova peça de nosso acervo veio através de um comerciante argentino, o que, juntando às suas características, me faz pensar que pode se tratar de uma peça de nhanduti de origem argentina e relativamente recente (1960-1970).
 

domingo, 11 de maio de 2014

OJÁ ENFEITADO COM RENDA TENERIFE


Ojá é um tipo de turbante usado na cabeça nas religiões tradicionais africanas, religiões afro-americanas e afro-brasileiras. 


A exposição PANOS - USOS E COSTUMES, no SESC Bom Retiro/SP até o dia 25 de maio próximo, tem uma sala inteira com os panos de cabeça, entre eles algumas preciosidades que pertencem ao acervo do Museu de Folclore Edison Carneiro e Centro Nacional de  Folclore e Cultura Popular do Rio de Janeiro.

Essas peças são parte de indumentárias de orixá das  décadas de 1960/1970, ojás de cabeça com franjas feitos com acabamento apurado e enfeitados com bordados ou rendas.

Chamou nossa atenção e trazemos para o acervo de nosso MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE um OJÁ DE CABEÇA COM FRANJA – Indumentária de orixá (Oxalá) de 1977/RJ lindamente enfeitado com módulos de renda tenerife. 




 Veja outras fotos dessa mostra interativa sobre o costume de usar panos em diversas culturas retratado com delicadeza na mostra PANOS -  USOS E COSTUMES clicando AQUI.




quinta-feira, 17 de abril de 2014

Toalha verde em medalhão simples



Da. Yolanda foi aluna no curso "A TÉCNICA E A DIVERSIDADE DA TÉCNICA DA RENDA NHANDUTI" no SESC de Campinas em 2013. Era e é pessoa e aluna adorável. Animada e criativa contribuiu muito com os colegas e as aulas. Sabendo do nosso trabalho de pesquisa, pediu para uma amiga essa toalha verde feitas com  linha Cléa dupla na cor verde bandeira. Provocada, foi atrás das poucas e valiosas informações sobre sua origem: teria sido comprado há cerca de 25 anos, procedente de um estabelecimento prisional localizado em Campinas. Mede mais ou menos 150cm x 250 cm.
Em tempo: a técnica passou pelo sistema prisional de S.Paulo sem que se tenha conseguido saber exatamente como se deu a introdução. No início de nossa pesquisa, há quase 10 anos, um dos colaboradores de nossas reuniões para tentar resgatar a técnica era um sentenciado que cumpria pena na Cadeia Pública de Atibaia  e que tecia medalhões simples em bastidores de quase 40cm usando linha Cléa dupla. 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

DO BAÚ DE SILVIA MONTALEONE


Silvia Montaleone é interessada em renda e fez um curso com o Nhanduti de Atibaia. Foi quando nos falou da mantilha preta de sua mãe. Foi atrás e nos trouxe a peça para compartilharmos na web.

A mantilha foi tecida com linha tipo mercer crochet 60, suas dimensões máximas são 125cm x 40cm

A família lembra que a peça teria sido comprada pelo marido, meu pai, provavelmente numa viagem. Ele viajava muito a serviço do Banco do Brasil, que analisava negócios em vários lugares do Brasil e arredores.
Silvia acredita que date do final dos anos 50, inicio dos 1960, pois "...  me lembro desta mantilha desde que eu era criança. Me lembro dela "desde sempre”.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DO BAÚ DE DA.ZENY



Litza Melo é sobrinha de Da. Zeny e desde os primeiros tempos do trabalho de resgate e pesquisa ela foi uma incentivadora do n/trabalho. No ano passado conheci sua Tia Zeny, moradora de S.Paulo porém nascida em Bela Vista, GO, cidade de de ACÁCIA ROSA MACHADO sua mãe que teceu este alegre conjunto de toalhas que ela acha que foram feitas por volta de 1960.

Medindo, a grande, mais ou menos 60 cm de diâmetro, como outras peças da época, foi tecida em linha Cléa unicamente em um motivo chamado medalhão. Vale comparar com as postagens anteriores de 24 de novembro (clique aqui) e de 05 de outubro (AQUI) que apresentam peças semelhantes entre si e com a peça pertencente ao MUSEU DO FOLCLORE DO RIO DE JANEIRO que colocamos nesta última postagem.