"Se V. possui uma renda tenerife antiga, achou um bastidor ou uma toalhinha no baú, compartilhe essa preciosidade com outros interessados e rendeiras. Entre em contato conosco para obter com o mediador as instruções para ser co-autor do MUSEU VIRTUAL e fazer um post com sua peça. Ou mande a foto que faremos a postagem em seu nome"

"Si tiene un antiguo encaje de tenerife, has encontrado un cojin o un mantelito en el baúl, comparta esta joya con encajeras y otros interesados. Póngase en contacto con nosotros para obtener las instrucciones con el mediador y hacer un "post" con su pieza como coautor del MUSEO VIRTUAL. O envia una foto que se publicará en su nombre."

"If you have an old tenerife lace, found a rack or a small doillie in the family chest, share this preciousness with other parties concerned and lace-making. Please contact us to obtain with the mediator the instructions to be co-author of the VIRTUAL MUSEUM and make a post with your play. Or send us a photo and we will make posting on your behalf."

sábado, 16 de setembro de 2017

Do acervo de Annick Sanjurjo

A peça de Corrientes, Argentina, dos anos 1950 consta do livro Ñanduti, Encaje Paraguayo, de Annick Sanjurjo, a mais exaustiva obra sobre o assunto. 
Falei dele quando do lançamento da 3ºedição e a tradução para o ingles (AQUI) . Pode pode ser comprada na Amazon.



domingo, 3 de setembro de 2017

Renda Tenerife em S.Paulo nos 1950-60.



Da. Isabel Martinez Garcia (1906-1998 morava perto de Da. Elvira Manetti (que foi objeto de post de 13/08/2013) no Alto de Santana, S.Paulo, e fazia “nhanduti” profissionalmente, atendendo principalmente encomendas. Ela teria aprendido com a filha mais velha, Felicia, que, por sua vez, aprendeu com uma senhora que morava no bairro, Da. Rosinha.
“Quando nos éramos crianças ela colocava a gente para fazer esses módulos pequenininhos (rs...rs...). Ela montava a teia e a gente preenchia ... depois ela ensinou a gente a montar a teia” narra Arlete, filha caçula de Da. Isabel. “Éramos 4 mulheres e 3 homens e minhas irmãs ajudavam minha mãe. “Acho que é possível que Da. Elvira também tenha aprendido a fazer nhanduti com Da. Rosinha. Essa senhora morava numa casa mto grande do lado da Igreja Salete. Eu acho que é possível que tenham aprendido juntas...




Da.Isabel





Arlete

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Renda Tenerife em Hvar, Croácia

Na Croácia a Renda Tenerife está presente em Hvar, tecida com fio de agave, e em Sikirevci, em Slavonia feita de fio de algodão. O video foi gravado no Museu Etnográfico de Zagreb por ocasião da exposição "Praise the Hand - Lacework in Croatia".


 
                   


fonte: www.crofilm.hr "UNESCO - Hvarska čipka"

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Nhanduti nos anos 40-50 no Brasil



Na cidade de Socorro-SP, nos anos 1940-50, a renda tenerife foi objeto de intensa vida econômica. O nhanduti, como é mais conhecido lá, foi levado à cidade por Da. Rosalina de Faria Vita (1896-1970) e a sua prática como geradora de renda foi incentivada especialmente por sua filha, Da. Gladyz Vita de Araújo (1924-2017), tendo sido fonte de renda para um número enorme de habitantes até perto de 1970. 
Fomos lá recolher um pouco desta história e encontramos a neta e filha dessas precursoras, 
M. Fernanda Vita e outras lideranças e artesãs da cidade animadas em colaborar.
Agradecemos o acolhimento!




Maria Fernanda e peças da renda que serão doadas ao Espaço do Artesão

Peça "mostruário" de Da. Gladyz Vita de Araújo



Toalhinha de Da. Rosalina Vita