"Se V. possui uma renda tenerife antiga, achou um bastidor ou uma toalhinha no baú, compartilhe essa preciosidade com outros interessados e rendeiras. Entre em contato conosco para obter com o mediador as instruções para ser co-autor do MUSEU VIRTUAL e fazer um post com sua peça. Ou mande a foto que faremos a postagem em seu nome"

"Si tiene un antiguo encaje de tenerife, has encontrado un cojin o un mantelito en el baúl, comparta esta joya con encajeras y otros interesados. Póngase en contacto con nosotros para obtener las instrucciones con el mediador y hacer un "post" con su pieza como coautor del MUSEO VIRTUAL. O envia una foto que se publicará en su nombre."

"If you have an old tenerife lace, found a rack or a small doillie in the family chest, share this preciousness with other parties concerned and lace-making. Please contact us to obtain with the mediator the instructions to be co-author of the VIRTUAL MUSEUM and make a post with your play. Or send us a photo and we will make posting on your behalf."

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9 de dez. de 2021

Donde tejer es una demostración de hombría

 

"Un hombre que no teje no es un hombre": la isla peruana donde tejer es una demostración de hombría"



En la pequeña isla peruana de Taquile, el valor de un hombre no se mide por su destreza al cazar o pescar, sino por su habilidad para tejer.

Alejandro Flores Huatta nació en la isla de 1.300 personas, que se encuentra en el lado peruano del lago Titicaca. Llegar a la isla requiere un viaje en bote de tres horas desde la ciudad más cercana, Puno.

Alejandro, de 67 años, aprendió a tejer el icónico chullo (un sombrero andino alto y flojo) cuando era niño. Su hermano mayor y su abuelo le enseñaron a tejer usando como agujas las espinas de un cactus.

"La mayoría de la gente aprende mirando y mirando. Como no tengo padre, mi hermano mayor y el abuelo me enseñaron a tejer. Entonces mirando aprendí poco a poco", relató en un dialecto del quechua.

Taquile es famosa por sus textiles y vestimentas. Mientras las mujeres tejen y cuidan a las ovejas que proveen la lana, los hombres son los que producen exclusivamente los sombreros de la isla.

Conozca más: haga clic en BBC News

https://www.bbc.com/mundo/vert-tra-58491565?at_medium=custom7&at_custom1=[post%20type]&at_custom3=BBC%20News%20Mundo&at_custom4=5E0C49F2-10BA-11EC-AEE0-409896E8478F&at_campaign=64&at_custom2=facebook_page&fbclid=IwAR1r-dk1FWKRMPxV-IJRCJfGGjOQxZX2MLkp2z9VVM6bPGHGPs3y6E3truo 

20 de abr. de 2021

Mais do baú de Lea Gonçalves.

                      


Lea Gonçalves abriu seu baú para compartilhar peças de renda tenerife conosco. Fizemos uma primeira postagem no dia 21 de março último.








Desta vez trazemos mais duas peças do seu baú. São peças que devem ser da segunda metade do sec.XX e que Lea recebeu de "herança" de uma tia. Lea e a família residem em Sâo Carlos/SP. 





21 de mar. de 2021

Do baú de Lea Gonçalves




 Lea Gonçalves abriu seu baú para compartilhar com artesãos, pesquisadores ou mero admiradores um caminho de mesa dos anos 1980 feito em renda tenerife.

                        


Feito por volta dos anos 1980, na cidade de São Carlos/SP. Lea conta que " fazia crochê [..] mas já estava na faculdade e não dava mais tempo. Peguei minha caixinha de linhas e dei na mão dela para confeccionar essa preciosidade." A artesã era amiga de uma tia e ela está tentando resgatar seu nome.

O caminho de mesa foi confeccionado com linha mercer crochet e tem 1:30m por 0,32m, 


3 de mar. de 2021


Em 2003-04 iniciou-se uma jornada que com o tempo foi além do resgate da tecelagem e da história do Nhanduti ou Renda Tenerife. Transformou-se num trabalho de salvaguarda dessa técnica então quase totalmente esquecida.
Mas nos últimos anos vem sendo possivel recolher-se os lentos mas efetivos resultados desse trabalho com a técnica que, acompanhando a pesquisadora argentina Delia H Etcheverry, pode ser tida como a renda americana por excelência.
A Renda Tenerife ou Nhanduti ainda se encontra em vias de esquecimento, só subsistindo onde encontrou esforços predominantemente pessoais e amorosos em seu favor. Estar ela agora elencada no livro da pesquisadora Vera Felippi, DECIFRANDO RENDAS, é uma contribuição importante trazida, possivelmente, pelos quase vinte (20) anos enredados nas tramas radiais da técnica. Um "dicho" guarani.*

*El que se fija bien en un ñanduti queda enredado en sus hilos...(provérbio paraguaio)




                              Composição com fotos do livro DECIFRANDO RENDAS de AREH fotografias.

5 de dez. de 2020

PROJETO PORTINARI : MEMÓRIA NACIONAL

Resgate da obra de Portinari para "colocar a obra do artista a serviço da tarefa maior de busca da nossa identidade cultural e preservação da memória nacional."



Nos anos 70, 
João Candido Portinari se voltou para a obra de seu pai ao ver que a memória dele estava sendo esquecida meros 17 anos após a morte do pintor e fundou em 1979, dentro da PUC-RJ, 
o Projeto Portinari.


PORTAL WWW.PORTINARI.ORG.BR

Até essa época mais de 95% da obra do pintor estava fora do acesso público e não se conhecia o paradeiro da maioria das obras a ponto do "Museu de Arte Moderna de Nova York possuír mais informações sobre Portinari do que todas as instituições brasileiras reunidas.", de acordo com o fundador.

Os primeiros 25 anos foram dedicados a busca das obras do artista nacional e internacionalmente. Foram reunidas em torno de 5.400 obras (em 2000, 200 obras eram consideradas falsas e 500 não foram localizadas), 25 mil documentos e ainda um Programa de História Oral de 130 horas de entrevistas posteriormente digitalizadas e um Catálogo Raisonné, cujo fundador do projeto afirma ser o primeiro de um artista em toda a América Latina.

Atualmente todo esse material está disponível no PORTAL PROJETO PORTINARI (www.portinari.org.br ) e no Google Culture & Arts (Portinari: o pintor do povo).


GOOGLE CULTURE & ARTS

Após a fase de catalogação, o projeto passou a fazer atividades educacionais, principalmente voltadas à criança e o jovem.






POEMAS DE PORTINARI
EDICÃO ON LINE DA FUNARTE: CLIQUE AQUI 


6 de jul. de 2020

Deshilados y Soles en Cuba



Urdimbre  es un proyecto conformado por hombres y mujeres, muchas jefas de hogar, artesanas(os) quienes bordan, tejen y confeccionan a mano la lencería, bisutería, prendas de vestir que pueden adquirir en la tienda, directo de manos de los artesanos al consumidor. Hay muchas manualidades pero voy poner videos de deshilados y vainicas y soles antiguos muy exquisitos!! Ei video es pequeño pero los soles son estupendos!

                        Visitelas : fonte: https://www.facebook.com/search/top?q=urdimbre


Artesãos Adrian Carmona e Julieta Guevara

28 de jun. de 2020

REVISTA TARO

Compartilho aqui a Revista Taro, Revista Digital do Patrimonio Histórico Cultural de Arona, Ilhas Canárias. Fico encantada com o cuidado que o Poder Publico ali dedica ao Patrimonio Cultural.
No número 2 dois artigos falam das Rosetas Canárias, os Soles tradicionais das Ilhas Canárias. Um, da pesquisadora Ana Sonia Fernández Alayón, traz as “OPCIONES LABORALES DE LA MUJER EN LA ARONA AGRARIA (1900-1970): MUJERES EMPRENDEDORAS DEL SIGLO XX”. O outros é de nosso colega e parceiro Mestre Rosetero Antonio Rodriguez Ruiz, “MI INFANCIA FUE ENTRE PIQUES, AGUJAS E HILOS”.



12 de fev. de 2020

Museo del Encaje - Tordesillas

El Museo del Encaje  surgió de la inquietud por restituir los encajes históricos de Castilla y León que estaban en fase de extinción. Su tarea fundamental es la de mostrar aquellos encajes que tuvieron gran relevancia en otras épocas, concienciando a la vez de lo importantes que fueron y son para la cultura tradicional de Castilla y León. Los dos encajes emblemáticos de esa epoca son el Frisado de Valladolid y los Soles de Salamanca.



26 de nov. de 2019

Renda Tenerife brasileira no Museu de Renda de Tordesilhas, Espanha


Montagem com as duas peças levadas por Nhanduti de Atibaia para o Museo del Encaje

Nhanduti de Atibaia levou peças de Renda para integrar o acervo do Museu e Centro Didáctico de Renda de Castilha e Leão situado em Tordesilhas, Espanha.  
O Museu (clique AQUI para visitar o sitio) é uma instituição privada dedicada às rendas do Século de Ouro de Espanha, séculos XVI e XVII, quando era um dos mais poderosos países do Ocidente, senäo o mais poderoso. O Museu conta com cinco salas que mostram uma parte do acervo de cerca de 30.000 peças de rendas eruditas e populares além de uma extensa biblioteca sobre texteis.

A presença de peças do Nhanduti de Atibaia no seu acervo se deve ao fato de tanto o Museu como o Coletivo Nhanduti de Atibaia terem em tema comum a investigação sobre as rendas Soles. Essa técnica, uma  renda de agulha de trama radial, tem nos Soles de Salamanca, da regiäo de Castilha e Leão, um seu representante no século XVI. E a renda Nhanduti ou Tenerife feita no Brasil, tema da pesquisa do Coletivo é também uma renda dessa família que, vinda da Europa, se aculturou em várias partes da América.

Peitilho com cerca de 20cm x 30cm

Quadro com passo a passo dos "soles brasileños" exposto na filial do
Museo del Encaje em Villar del Monte
Vitrine do Museo del Encaje de Tordesilhas com o quadro com passos de confecção
 da Renda Tenerife brasileira ao lados de Renda Ñanduti do Paraguai
e de Soles de Salamanca do Sec.XVI.


Nossa Renda se faz presente no Museu espanhol com um peitilho feito em algodão e com dois quadros demonstrativos do modo de fazer a Renda Tenerife Brasileira, estando um deles está na sede do Museu, na cidade de em Tordesilhas, e o outro na  filial do Museu de Renda situada em Vilar del Monte, um "pueblo" da Serra de La Cabrera que em face do estado de conservação de seu casario e do partido urbano está se tornando um museu etnográfico a céu aberto.
Sala do Museo de Encaje de Tordesillhas

Villar del Monte


17 de jul. de 2019

Estaremos na JORNADA DO PATRIMONIO 2019

📣📣 Em agosto estaremos com a oficina NHANDUTI: UMA RENDA QUE FALA GUARANI na "JORNADA DO PATRIMONIO 2019" na Capela de São Miguel ‼️

O mais antigo templo religioso de São Paulo foi construído pelos índios guaianases em 1622. Em 1938 a Capela dos Índios (como é conhecida), descaracterizada, passou por um processo minucioso em busca de suas origens e desde então tem sido lindamente recuperada, incluindo-se peças e ornamentos de madeiras vendidos a antiquários e o seu entorno.



Um pouco mais da Capela de S.Miguel AQUI

Organizada pelo Departamento do Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, a JORNADA DO PATRIMONIO acontece todo ano no terceiro final de semana de agosto e tem como principal objetivo estimular a população a reconhecer os patrimônios históricos e culturais paulistanos, que tratam da memória e identidade dos diferentes grupos sociais presentes na cidade.



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