"Se V. possui uma renda tenerife antiga, achou um bastidor ou uma toalhinha no baú, compartilhe essa preciosidade com outros interessados e rendeiras. Entre em contato conosco para obter com o mediador as instruções para ser co-autor do MUSEU VIRTUAL e fazer um post com sua peça. Ou mande a foto que faremos a postagem em seu nome"

"Si tiene un antiguo encaje de tenerife, has encontrado un cojin o un mantelito en el baúl, comparta esta joya con encajeras y otros interesados. Póngase en contacto con nosotros para obtener las instrucciones con el mediador y hacer un "post" con su pieza como coautor del MUSEO VIRTUAL. O envia una foto que se publicará en su nombre."

"If you have an old tenerife lace, found a rack or a small doillie in the family chest, share this preciousness with other parties concerned and lace-making. Please contact us to obtain with the mediator the instructions to be co-author of the VIRTUAL MUSEUM and make a post with your play. Or send us a photo and we will make posting on your behalf."

20 de abr. de 2021

Mais do baú de Lea Gonçalves.

                      


Lea Gonçalves abriu seu baú para compartilhar peças de renda tenerife conosco. Fizemos uma primeira postagem no dia 21 de março último.








Desta vez trazemos mais duas peças do seu baú. São peças que devem ser da segunda metade do sec.XX e que Lea recebeu de "herança" de uma tia. Lea e a família residem em Sâo Carlos/SP. 





21 de mar. de 2021

Do baú de Lea Gonçalves




 Lea Gonçalves abriu seu baú para compartilhar com artesãos, pesquisadores ou mero admiradores um caminho de mesa dos anos 1980 feito em renda tenerife.

                        


Feito por volta dos anos 1980, na cidade de São Carlos/SP. Lea conta que " fazia crochê [..] mas já estava na faculdade e não dava mais tempo. Peguei minha caixinha de linhas e dei na mão dela para confeccionar essa preciosidade." A artesã era amiga de uma tia e ela está tentando resgatar seu nome.

O caminho de mesa foi confeccionado com linha mercer crochet e tem 1:30m por 0,32m, 


3 de mar. de 2021


Em 2003-04 iniciou-se uma jornada que com o tempo foi além do resgate da tecelagem e da história do Nhanduti ou Renda Tenerife. Transformou-se num trabalho de salvaguarda dessa técnica então quase totalmente esquecida.
Mas nos últimos anos vem sendo possivel recolher-se os lentos mas efetivos resultados desse trabalho com a técnica que, acompanhando a pesquisadora argentina Delia H Etcheverry, pode ser tida como a renda americana por excelência.
A Renda Tenerife ou Nhanduti ainda se encontra em vias de esquecimento, só subsistindo onde encontrou esforços predominantemente pessoais e amorosos em seu favor. Estar ela agora elencada no livro da pesquisadora Vera Felippi, DECIFRANDO RENDAS, é uma contribuição importante trazida, possivelmente, pelos quase vinte (20) anos enredados nas tramas radiais da técnica. Um "dicho" guarani.*

*El que se fija bien en un ñanduti queda enredado en sus hilos...(provérbio paraguaio)




                              Composição com fotos do livro DECIFRANDO RENDAS de AREH fotografias.

20 de fev. de 2021

RIJKSMUSEUM EM 60 SEGUNDOS

Um minuto é curto, mas você pode colocar muitas informações nele. Principalmente se você puder falar sobre seus trabalhos favoritos da coleção! Isso é exatamente o que nossos curadores fazem nesta nova série. 

Sobre qual trabalho você gostaria de saber mais?


Faça essa visita na companhia dos curadores às obras do Rijksmuseum. Clique aqui.



                          AUTORRETRATO DE VAN GOGH






                         PENA FLUTUANTE DE D'HONDECOETER

5 de dez. de 2020

PROJETO PORTINARI : MEMÓRIA NACIONAL

Resgate da obra de Portinari para "colocar a obra do artista a serviço da tarefa maior de busca da nossa identidade cultural e preservação da memória nacional."



Nos anos 70, 
João Candido Portinari se voltou para a obra de seu pai ao ver que a memória dele estava sendo esquecida meros 17 anos após a morte do pintor e fundou em 1979, dentro da PUC-RJ, 
o Projeto Portinari.


PORTAL WWW.PORTINARI.ORG.BR

Até essa época mais de 95% da obra do pintor estava fora do acesso público e não se conhecia o paradeiro da maioria das obras a ponto do "Museu de Arte Moderna de Nova York possuír mais informações sobre Portinari do que todas as instituições brasileiras reunidas.", de acordo com o fundador.

Os primeiros 25 anos foram dedicados a busca das obras do artista nacional e internacionalmente. Foram reunidas em torno de 5.400 obras (em 2000, 200 obras eram consideradas falsas e 500 não foram localizadas), 25 mil documentos e ainda um Programa de História Oral de 130 horas de entrevistas posteriormente digitalizadas e um Catálogo Raisonné, cujo fundador do projeto afirma ser o primeiro de um artista em toda a América Latina.

Atualmente todo esse material está disponível no PORTAL PROJETO PORTINARI (www.portinari.org.br ) e no Google Culture & Arts (Portinari: o pintor do povo).


GOOGLE CULTURE & ARTS

Após a fase de catalogação, o projeto passou a fazer atividades educacionais, principalmente voltadas à criança e o jovem.






POEMAS DE PORTINARI
EDICÃO ON LINE DA FUNARTE: CLIQUE AQUI 


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Nhanduti de Atibaia