"Se V. possui uma renda tenerife antiga, achou um bastidor ou uma toalhinha no baú, compartilhe essa preciosidade com outros interessados e rendeiras. Entre em contato conosco para obter com o mediador as instruções para ser co-autor do MUSEU VIRTUAL e fazer um post com sua peça. Ou mande a foto que faremos a postagem em seu nome"

"Si tiene un antiguo encaje de tenerife, has encontrado un cojin o un mantelito en el baúl, comparta esta joya con encajeras y otros interesados. Póngase en contacto con nosotros para obtener las instrucciones con el mediador y hacer un "post" con su pieza como coautor del MUSEO VIRTUAL. O envia una foto que se publicará en su nombre."

"If you have an old tenerife lace, found a rack or a small doillie in the family chest, share this preciousness with other parties concerned and lace-making. Please contact us to obtain with the mediator the instructions to be co-author of the VIRTUAL MUSEUM and make a post with your play. Or send us a photo and we will make posting on your behalf."

18 de mar. de 2020

Contribuição da Prof.Irene Mauzer





                          A Prof. Irene Mauzer começou a bordar cedo e também a ensinar várias técnicas de fios e em suas amplas utilizações, estando na atividade há mais de 20 anos. Além de cursos presenciais, fez aulas em vários programas de TV e foi assim, ensinando nhanduti na televisão que a conheci há mais de dez anos. 

                           Criativa, junto com o marido desenhou um bastidor de madeira com pequenos pregos para fazer nhanduti. Pesquisadora da técnica que sou, comprei para o meu acervo de instrumentos para tecer o bastidor sua engenhosa peça.
Prof. Irene Mauzer à direita

O engenhoso bastidor da Prof. Irene
                        Mas só fui conhecê-la este ano, incentivada pela aluna e artesã Nilza Bezerra que já tinha contato com ela. Há um tempo nos prometíamos nos encontrar e isso aconteceu na exposição Entremeadas.

                                 Nesse dia ganhei dela, entre outros mimos, uma pequena toalha de Renda Tenerife. Renda Tenerife exatamente como era tecida no início do século XX, padrão de tecelagem no qual Nhanduti de Atibaia se inspirou em seu trabalho de resgate. Então a renda era conhecida também por Brazilian Point Lace e era tecida com linha fina, sempre em módulos redondos, que eram depois unidos com uma outra renda de agulha, formando pequenas aranhas.




12 de fev. de 2020

Museo del Encaje - Tordesillas

El Museo del Encaje  surgió de la inquietud por restituir los encajes históricos de Castilla y León que estaban en fase de extinción. Su tarea fundamental es la de mostrar aquellos encajes que tuvieron gran relevancia en otras épocas, concienciando a la vez de lo importantes que fueron y son para la cultura tradicional de Castilla y León. Los dos encajes emblemáticos de esa epoca son el Frisado de Valladolid y los Soles de Salamanca.



26 de nov. de 2019

Renda Tenerife brasileira no Museu de Renda de Tordesilhas, Espanha


Montagem com as duas peças levadas por Nhanduti de Atibaia para o Museo del Encaje

Nhanduti de Atibaia levou peças de Renda para integrar o acervo do Museu e Centro Didáctico de Renda de Castilha e Leão situado em Tordesilhas, Espanha.  
O Museu (clique AQUI para visitar o sitio) é uma instituição privada dedicada às rendas do Século de Ouro de Espanha, séculos XVI e XVII, quando era um dos mais poderosos países do Ocidente, senäo o mais poderoso. O Museu conta com cinco salas que mostram uma parte do acervo de cerca de 30.000 peças de rendas eruditas e populares além de uma extensa biblioteca sobre texteis.

A presença de peças do Nhanduti de Atibaia no seu acervo se deve ao fato de tanto o Museu como o Coletivo Nhanduti de Atibaia terem em tema comum a investigação sobre as rendas Soles. Essa técnica, uma  renda de agulha de trama radial, tem nos Soles de Salamanca, da regiäo de Castilha e Leão, um seu representante no século XVI. E a renda Nhanduti ou Tenerife feita no Brasil, tema da pesquisa do Coletivo é também uma renda dessa família que, vinda da Europa, se aculturou em várias partes da América.

Peitilho com cerca de 20cm x 30cm

Quadro com passo a passo dos "soles brasileños" exposto na filial do
Museo del Encaje em Villar del Monte
Vitrine do Museo del Encaje de Tordesilhas com o quadro com passos de confecção
 da Renda Tenerife brasileira ao lados de Renda Ñanduti do Paraguai
e de Soles de Salamanca do Sec.XVI.


Nossa Renda se faz presente no Museu espanhol com um peitilho feito em algodão e com dois quadros demonstrativos do modo de fazer a Renda Tenerife Brasileira, estando um deles está na sede do Museu, na cidade de em Tordesilhas, e o outro na  filial do Museu de Renda situada em Vilar del Monte, um "pueblo" da Serra de La Cabrera que em face do estado de conservação de seu casario e do partido urbano está se tornando um museu etnográfico a céu aberto.
Sala do Museo de Encaje de Tordesillhas

Villar del Monte


23 de nov. de 2019

Do Baú da Regina Célia


Regina Célia Metran da Silva mandou fotos de uma colcha de cama e um centro de mesa para compartilhar neste Museu Virtual.

A colcha foi comprada há cerca de 10 anos por ela na cidade de Santos, onde mora, numa Feira Natalina, ocasiäõ em que a vendedora lhe informou ser Nhanduti. O centro de mesa ganhou há algum tempo.

Ambas as peças são de algodão, sendo a colcha de linha mais fina (próxima a Tex 85) e o centro de mesa de linha mais grossa.

 Os módulos das peças são confeccionados num único motivo, o Medalhäo, com cerca de 20 cm cada. A colcha tem 2.20m x 1,80m, e o Centro cerca de 1,50 x 0,80m.

Agradecemos a Regina Célia sua gentileza em dividir conosco os belos guardados de seu baú.

 





17 de set. de 2019

Agradecimento em nome do n/patrimonio!

Talvez seja meio arrogante eu falar aqui em nome do patrimonio cultural imaterial mas preciso agradecer enormemente a essa três mulheres que, confiando, nos emprestaram um acervo de suas famílias para levar até os XXIII Festival Internacional e Renda, que vai se realizar em Lepoglava, Croacia, dias 13, 14 e 15 de setembro próximo, e depois ao XV Congresso Internacional de Castilla y Léon, que será entre 25 e 27 de outubro em Tordesilhas, Espanha.

Marta Mori
Arlete Martinez
M.Fernanda Vita

Arlete Martinez e Maria Fernanda Vita são filhas de rendeiras de nhanduti,  a primeira de Da. Isabel Martinez Garcia, de S.Paulo, a segunda de Da. Gladys Vita  de Araújo e neta de Da. Rosalina de Faria Vita, de Socorro. Já Da. Marta Mori, ela própria era rendeira de nhanduti em Socorro. Elas  rendeiras estava na ativa nos anos 1950-60, época em que a técnica teve relevância e foi importante economicamente para as família dessas senhoras. 

Mas essas rendeiras foram também as autoras de um novo formato de tecer a técnica, a Renda Sol. Uma formato especial, uma característica  peculiar de nossa região, usando variedade de fios e, principalmente de cores único nessa renda que se espalhou pelo mundo a partir das Ilhas Canárias. Por isso essas rendas estarão presentes nos dois Congressos Internacionais de Lepoglava e de Tordesilhas, ocasião em que a família das Rendas Sol, essas rendas de trama radial estarão presentes em suas versões espanholas, americanas, croatas, etc... sendo objeto de apreciação e estudo. 

Assim, agradecemos aqui Arlete, M.Fernanda e Marta pela generosidade em, emprestando suas peças de família para serem expostas nos Congressos, possibilitar que interessados e estudiosos compartilhem esse patrimonio cultural imaterial brasileiro que é a forma de fazer a Renda Sol Paulista dos anos 1950-60.  





31 de jul. de 2019

No Paraguai: Ñandutí declarado “Patrimonio Nacional Cultural”

La confección de ñandutí fue declarada “Patrimonio Nacional Cultural”

Museo Comunitário do Ñanduti-Itauguá/PY
Museo del Barro- Asunción/PY


Memorial da América Latina-S.Paulo/BR

Los conocimientos, técnicas y métodos de elaboración tradicional del encaje ñandutí fueron declarados “Patrimonio Nacional Cultural Inmaterial” por la Secretaría Nacional de Cultura. El propósito es mantener vigente esta tradición que se transmite de generación en generación.
La Secretaría Nacional de Cultura (SNC), mediante la resolución Nº 497/2019, declaró los conocimientos, técnicas y métodos de elaboración tradicional del encaje ñandutí “Patrimonio Nacional Cultural Inmaterial". El encaje ñandutí, sus conocimientos y técnicas serán beneficiados por la Ley 5.621/16, “De protección del patrimonio”. De ese modo, se pretende que los portadores de esta tradición la mantengan vigente en el tiempo.

En ese sentido, la Secretaria Nacional de Cultura anunció que promoverá en todos los ámbitos la valoración del encaje ñandutí. Para tal efecto, realizarán trabajos directos con las comunidades portadoras y buscarán una participación planificada con alianzas interinstitucionales. También, realizará la revisión de este patrimonio declarado cada 10 años, documentando debidamente su vigencia o previendo en caso de riesgo su salvaguardia urgente.

El encaje ñandutí


El ñandutí es un encaje de agujas que se teje sobre bastidores en círculos radiales, bordando motivos geométricos o zoomorfos, en hilo blanco o en vivos colores.
Hay varias versiones sobre los orígenes de este encaje.

Una de ellas menciona que este bordado fue traído al Paraguay por mujeres españolas de Tenerife hace aproximadamente 300 años. Ellas instruyeron sobre el bordado a las mujeres indígenas del país, quienes a su vez fueron mejorando la técnica, añadiendo coloridos diseños de componentes naturales como flores, insectos y aves.

transcrição de ABC Color
Copyright © MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE.Todos os direitos reservados - All Rights Reserved.
Nhanduti de Atibaia