"Se V. possui uma renda tenerife antiga, achou um bastidor ou uma toalhinha no baú, compartilhe essa preciosidade com outros interessados e rendeiras. Entre em contato conosco para obter com o mediador as instruções para ser co-autor do MUSEU VIRTUAL e fazer um post com sua peça. Ou mande a foto que faremos a postagem em seu nome"

"Si tiene un antiguo encaje de tenerife, has encontrado un cojin o un mantelito en el baúl, comparta esta joya con encajeras y otros interesados. Póngase en contacto con nosotros para obtener las instrucciones con el mediador y hacer un "post" con su pieza como coautor del MUSEO VIRTUAL. O envia una foto que se publicará en su nombre."

"If you have an old tenerife lace, found a rack or a small doillie in the family chest, share this preciousness with other parties concerned and lace-making. Please contact us to obtain with the mediator the instructions to be co-author of the VIRTUAL MUSEUM and make a post with your play. Or send us a photo and we will make posting on your behalf."

25 de abr. de 2023

REABRINDO OS BAÚS

Alguns amigos ou seguidores compartilham conosco preciosidades do seu baú de família, trazendo peças em Tenerife ou Nhanduti feitas por mães ou tias prendadas ou lindas peças cuja origem ficaram perdidas.Vale a pena relembrar quando Sonia Bianco e Lea Gonçalves abriram seus guardados para o Museu de Renda Tenerife (abaixo os links para acessar direto as belezuras).


Sonia Bianco trouxe peças da década de 40 que foram tecidas por sua mãe e que compunham seu enxoval de casamento. Entre outras, Da.Ivany teceu um jogo de  toalhinhas de nhanduti muito usado naquela época, composto por peças de tamanhos diferentes, usualmente de 3 a 7 peças, usadas para adorno de móveis. Conheça mais detalhes interessantes dessa lembrança aqui.



Lea Gonçalves mora em São Carlos/SP e  abriu seu baú para compartilhar conosco um caminho de mesa dos anos 1980 feito em renda tenerife por uma artesã de São Carlos então conhecida da família e cujo nome se perdeu. Ela também trouxe outras peças que “herdou” de familiares cuja origem também ficaram perdidas mas que merecem conhecermos como produtos daquela época. V. pode ver mais detalhes aqui.


Gostaria de compartilhar seu baú conosco? Entre em contato com a gente pelas nossas redes sociais, ou por e-mail: ehc.correa@gmail.com 



24 de jan. de 2022

Desde Itaugua hasta el Museo del Encaje de Castilla y Léon




Ñanduty de hilo fino hecho por Blasida Hermosilla en la vitrina con encajes de urdimbre radial del Museo del Encaje de Castila y Léon de Tordesillas, España.


Ñanduty de "hilo fino" feito por Blasida Hermosilla na vitrina de rendas de trama radial do Museu de Renda de Castilha e Leão de Tordesilhas, Espanha.




9 de dez. de 2021

Donde tejer es una demostración de hombría

 

"Un hombre que no teje no es un hombre": la isla peruana donde tejer es una demostración de hombría"



En la pequeña isla peruana de Taquile, el valor de un hombre no se mide por su destreza al cazar o pescar, sino por su habilidad para tejer.

Alejandro Flores Huatta nació en la isla de 1.300 personas, que se encuentra en el lado peruano del lago Titicaca. Llegar a la isla requiere un viaje en bote de tres horas desde la ciudad más cercana, Puno.

Alejandro, de 67 años, aprendió a tejer el icónico chullo (un sombrero andino alto y flojo) cuando era niño. Su hermano mayor y su abuelo le enseñaron a tejer usando como agujas las espinas de un cactus.

"La mayoría de la gente aprende mirando y mirando. Como no tengo padre, mi hermano mayor y el abuelo me enseñaron a tejer. Entonces mirando aprendí poco a poco", relató en un dialecto del quechua.

Taquile es famosa por sus textiles y vestimentas. Mientras las mujeres tejen y cuidan a las ovejas que proveen la lana, los hombres son los que producen exclusivamente los sombreros de la isla.

Conozca más: haga clic en BBC News

https://www.bbc.com/mundo/vert-tra-58491565?at_medium=custom7&at_custom1=[post%20type]&at_custom3=BBC%20News%20Mundo&at_custom4=5E0C49F2-10BA-11EC-AEE0-409896E8478F&at_campaign=64&at_custom2=facebook_page&fbclid=IwAR1r-dk1FWKRMPxV-IJRCJfGGjOQxZX2MLkp2z9VVM6bPGHGPs3y6E3truo 

26 de nov. de 2021

Pequena toalha com borda de renda Tenerife

Lola (Dolores Moreno de Acevedo) foi minha aluna no curso de SOLES no Museo del encaje de Castilla y Leon, em Tordesilhas, Espanha, em outubro de 2019. A restauradora têxtil que então morava em Madrid, mudou-se para os Estados Unidos e hoje faz seus achados na cidade de Norfolk, Virginia.

 


Nas suas andanças pelo comércio de "vintages" encontrou a pequena peça oval de 45 cm de comprimento com borda com módulos de renda tenerife, elaborada com apenas dois padrões. São módulos grandes com "jasmim" rodeados de pequenos módulos de ponto "medalhão", num modelo bastante usual em meados do séc.XX. 

Gracias, Lola, por compartilhar seu achado conosco.




7 de ago. de 2021

Amantes da técnica e suas coleções


We have a Tenerife Lace Class at the IOLI 2021 Convention and we gathered passionate people  who are now here sharing some pieces from their collection with us. Thank you Linda Dumas, Celeste Russel and Loretta Holzberger.

Tivemos um curso de Renda Tenerife na Convenção da I.O.L.I.2021 e reunimos pessoas apaixonadas pela técnica que estão agora aqui compartilhando algumas peças de sua coleção. Obrigada Linda Dumas, Celeste Russel e Loretta Holzberger.

A Nanduti wedding lace handkerchief/doily with the storks for luck with fertility, from Celeste collection.






Some outils from early's 1900 to make Teneriffe modules, from Linda's collection

A Ñanduti from Loretta's collection.


20 de abr. de 2021

Mais do baú de Lea Gonçalves.

                      


Lea Gonçalves abriu seu baú para compartilhar peças de renda tenerife conosco. Fizemos uma primeira postagem no dia 21 de março último.








Desta vez trazemos mais duas peças do seu baú. São peças que devem ser da segunda metade do sec.XX e que Lea recebeu de "herança" de uma tia. Lea e a família residem em Sâo Carlos/SP. 





21 de mar. de 2021

Do baú de Lea Gonçalves




 Lea Gonçalves abriu seu baú para compartilhar com artesãos, pesquisadores ou mero admiradores um caminho de mesa dos anos 1980 feito em renda tenerife.

                        


Feito por volta dos anos 1980, na cidade de São Carlos/SP. Lea conta que " fazia crochê [..] mas já estava na faculdade e não dava mais tempo. Peguei minha caixinha de linhas e dei na mão dela para confeccionar essa preciosidade." A artesã era amiga de uma tia e ela está tentando resgatar seu nome.

O caminho de mesa foi confeccionado com linha mercer crochet e tem 1:30m por 0,32m, 


3 de mar. de 2021


Em 2003-04 iniciou-se uma jornada que com o tempo foi além do resgate da tecelagem e da história do Nhanduti ou Renda Tenerife. Transformou-se num trabalho de salvaguarda dessa técnica então quase totalmente esquecida.
Mas nos últimos anos vem sendo possivel recolher-se os lentos mas efetivos resultados desse trabalho com a técnica que, acompanhando a pesquisadora argentina Delia H Etcheverry, pode ser tida como a renda americana por excelência.
A Renda Tenerife ou Nhanduti ainda se encontra em vias de esquecimento, só subsistindo onde encontrou esforços predominantemente pessoais e amorosos em seu favor. Estar ela agora elencada no livro da pesquisadora Vera Felippi, DECIFRANDO RENDAS, é uma contribuição importante trazida, possivelmente, pelos quase vinte (20) anos enredados nas tramas radiais da técnica. Um "dicho" guarani.*

*El que se fija bien en un ñanduti queda enredado en sus hilos...(provérbio paraguaio)




                              Composição com fotos do livro DECIFRANDO RENDAS de AREH fotografias.

20 de fev. de 2021

RIJKSMUSEUM EM 60 SEGUNDOS

Um minuto é curto, mas você pode colocar muitas informações nele. Principalmente se você puder falar sobre seus trabalhos favoritos da coleção! Isso é exatamente o que nossos curadores fazem nesta nova série. 

Sobre qual trabalho você gostaria de saber mais?


Faça essa visita na companhia dos curadores às obras do Rijksmuseum. Clique aqui.



                          AUTORRETRATO DE VAN GOGH






                         PENA FLUTUANTE DE D'HONDECOETER

5 de dez. de 2020

PROJETO PORTINARI : MEMÓRIA NACIONAL

Resgate da obra de Portinari para "colocar a obra do artista a serviço da tarefa maior de busca da nossa identidade cultural e preservação da memória nacional."



Nos anos 70, 
João Candido Portinari se voltou para a obra de seu pai ao ver que a memória dele estava sendo esquecida meros 17 anos após a morte do pintor e fundou em 1979, dentro da PUC-RJ, 
o Projeto Portinari.


PORTAL WWW.PORTINARI.ORG.BR

Até essa época mais de 95% da obra do pintor estava fora do acesso público e não se conhecia o paradeiro da maioria das obras a ponto do "Museu de Arte Moderna de Nova York possuír mais informações sobre Portinari do que todas as instituições brasileiras reunidas.", de acordo com o fundador.

Os primeiros 25 anos foram dedicados a busca das obras do artista nacional e internacionalmente. Foram reunidas em torno de 5.400 obras (em 2000, 200 obras eram consideradas falsas e 500 não foram localizadas), 25 mil documentos e ainda um Programa de História Oral de 130 horas de entrevistas posteriormente digitalizadas e um Catálogo Raisonné, cujo fundador do projeto afirma ser o primeiro de um artista em toda a América Latina.

Atualmente todo esse material está disponível no PORTAL PROJETO PORTINARI (www.portinari.org.br ) e no Google Culture & Arts (Portinari: o pintor do povo).


GOOGLE CULTURE & ARTS

Após a fase de catalogação, o projeto passou a fazer atividades educacionais, principalmente voltadas à criança e o jovem.






POEMAS DE PORTINARI
EDICÃO ON LINE DA FUNARTE: CLIQUE AQUI 


13 de ago. de 2020

                    
Essas toalhas são possivelmente dos anos 50-70 e, também possivelmente da m/região, S.Paulo e arredores. Tive contato com elas em 2005, quando estava no começo minha pesquisa informal sobre o Nhanduti ou Renda Tenerife. 
Foram emprestadas por uma família residente em Atibaia, via uma amiga comum que conhecia meu então recente interesse pelo Nhanduti, para fotografar. Eu tirei cópias xerox coloridas, diretamente em contato com a tela da máquina. Por isso a maior ficou cortada.  Infelizmente perdi as demais referências sobre o empréstimo.
Elas têm uma série de similaridades com outras peças da ápoca que nos anos posteriores fui conhecendo. E temo que hoje, possivelmente, ela já tenha ido para o lixo da familia que me emprestou. 
Por isso desde 2011 mantenho esse MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE, onde, entre outras condutas para manter ao menos o visual de peças que estão em vias de se perder, posto fotos de peças de Nhanduti dos baús das famílias. 
 Pelo mesmo motivo sou defensora e vivo pedindo para as pessoas doarem as peças para colecionadores e colecionadoras!

6 de jul. de 2020

Deshilados y Soles en Cuba



Urdimbre  es un proyecto conformado por hombres y mujeres, muchas jefas de hogar, artesanas(os) quienes bordan, tejen y confeccionan a mano la lencería, bisutería, prendas de vestir que pueden adquirir en la tienda, directo de manos de los artesanos al consumidor. Hay muchas manualidades pero voy poner videos de deshilados y vainicas y soles antiguos muy exquisitos!! Ei video es pequeño pero los soles son estupendos!

                        Visitelas : fonte: https://www.facebook.com/search/top?q=urdimbre


Artesãos Adrian Carmona e Julieta Guevara

28 de jun. de 2020

REVISTA TARO

Compartilho aqui a Revista Taro, Revista Digital do Patrimonio Histórico Cultural de Arona, Ilhas Canárias. Fico encantada com o cuidado que o Poder Publico ali dedica ao Patrimonio Cultural.
No número 2 dois artigos falam das Rosetas Canárias, os Soles tradicionais das Ilhas Canárias. Um, da pesquisadora Ana Sonia Fernández Alayón, traz as “OPCIONES LABORALES DE LA MUJER EN LA ARONA AGRARIA (1900-1970): MUJERES EMPRENDEDORAS DEL SIGLO XX”. O outros é de nosso colega e parceiro Mestre Rosetero Antonio Rodriguez Ruiz, “MI INFANCIA FUE ENTRE PIQUES, AGUJAS E HILOS”.



18 de mar. de 2020

Contribuição da Prof.Irene Mauzer





                          A Prof. Irene Mauzer começou a bordar cedo e também a ensinar várias técnicas de fios e em suas amplas utilizações, estando na atividade há mais de 20 anos. Além de cursos presenciais, fez aulas em vários programas de TV e foi assim, ensinando nhanduti na televisão que a conheci há mais de dez anos. 

                           Criativa, junto com o marido desenhou um bastidor de madeira com pequenos pregos para fazer nhanduti. Pesquisadora da técnica que sou, comprei para o meu acervo de instrumentos para tecer o bastidor sua engenhosa peça.
Prof. Irene Mauzer à direita

O engenhoso bastidor da Prof. Irene
                        Mas só fui conhecê-la este ano, incentivada pela aluna e artesã Nilza Bezerra que já tinha contato com ela. Há um tempo nos prometíamos nos encontrar e isso aconteceu na exposição Entremeadas.

                                 Nesse dia ganhei dela, entre outros mimos, uma pequena toalha de Renda Tenerife. Renda Tenerife exatamente como era tecida no início do século XX, padrão de tecelagem no qual Nhanduti de Atibaia se inspirou em seu trabalho de resgate. Então a renda era conhecida também por Brazilian Point Lace e era tecida com linha fina, sempre em módulos redondos, que eram depois unidos com uma outra renda de agulha, formando pequenas aranhas.




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Nhanduti de Atibaia